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DE LONGA TRADIÇÃO VINÍCOLA, O PAÍS INICIOU SUA HISTÓRIA PELOS FENÍCIOS E GREGOS, ANTES DOS ROMANOS, HÁ MILHARES DE ANOS. SEUS VINHOS MUITOS DELES DISPONÍVEIS NA DECANTER DE RIBEIRÃO PRETO ENCANTAM OS APRECIADORES DA BEBIDA QUE PRESAM PELA QUALIDADE E TRADIÇÃO DOS RÓTULOS

A vitivinicultura portuguesa demorou a evoluir tecnologicamente e, por muito tempo, produziu poucos vinhos de alta qualidade. Nas últimas duas décadas, contudo, como consequência do importante desenvolvimento econômico, político e social do país, ela experimentou
grande evolução e a modernização foi realizada sem descartar seus aspectos positivos, como a utilização de variedades de uvas autóctones e tradicionais. Com ajuda da tecnologia, essas castas, que antes originavam vinhos de qualidade inferior, passaram a criar grandes rótulos, aperfeiçoando suas características ímpares. E, apesar de sua pequena extensão, Portugal consegue oferecer diversidade de estilos.

NORTE:

Nessa região, é imprescindível provar os brancos de Alvarinho e Loureiro, das regiões do Minho e de Vinhos Verdes, do produtor Anselmo Mendes. Também não podemos deixar de citar os diferentes estilos do Vinho do Porto do mais premiado produtor da região, Fonseca Guimarães, que conta com quatro Vintages 100 pontos na Wine Spectator. Em Douro, é preciso conhecer os famosos vinhos produzidos pela Quinta da Gaivosa, de Domingos Alves de Sousa.

Por Joana Mortari | Foto Divulgação.

CENTRO

Lá, os grandes vinhos do Dão, quando em sua melhor forma, apresentam longevidade e elegância comparáveis aos melhores vinhos de Borgonha, Piemonte e Rioja. A região central de Portugal é o berço da Touriga Nacional, responsável por uma parcela significativa dos melhores tintos do país. Já a Quinta do Roques é, para os conhecedores, uma escolha segura! Ainda temos a Bairrada e as Beiras. Baga, uma das uvas mais tânicas do mundo, consegue ser domada por artistas como mostra o Quinta de Foz de Arouce.

TEJO SETUBAL

Próximas a Lisboa, modernizaram-se e revelam-se os tintos. Conde de Vimioso é uma ótima escolha de rótulo também!

ALENTEJO

Os fenícios e os gregos foram os principais impulsionadores do aparecimento do vinho no Alentejo, trazendo várias castas do Oriente para a região, em função do clima bastante favorável ao cultivo da vinha. Após um período de hibernação devido à proibição imposta à região por Salazar, na década de 70, o vinho voltou ao Alentejo e, em 1988, foi criada a região demarcada Dorina Lindemann e José de Sousa.

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